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Produtores de leite de Goiás reclamam da queda no preço



A boa distribuição da chuva antecipou a safra e, com mais leite no mercado, os produtores passaram a receber menos dinheiro pelo litro. A importação também influencia o valor pago.


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Rochas poderão substituir parte dos fertilizantes no Brasil



O agronegócio vive uma nova fase frente às mudanças climáticas. O campo começa a unir a produção de alimentos às boas práticas ambientais. Para facilitar este processo, a ciência tem um papel fundamental. A partir desta segunda, o Rural Notícias apresenta a série Colhendo o Amanhã. Na primeira reportagem, você vai saber como as rochas podem, num futuro próximo, substituir parte dos fertilizantes utilizados no país



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Pergunte ao Rural: Aprenda sobre manejo do gado leiteiro



Conheça o novo quadro do Rural Meio Dia: o Pergunte ao Rural. Esclareça suas dúvidas sobre assistência técnica. Você pode participar enviando suas perguntas para o programa. Nesta edição, aprenda sobre manejo do gado leiteiro



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Perfil metabólico em vacas leiteiras no período de transição



O período de transição, geralmente definido como o espaço de tempo entre as 3 semanas pré-parto e as 3 semanas pós-parto, é uma fase crítica e determinante para a saúde da vaca e seu retorno econômico durante toda a lactação. A capacidade da vaca em consumir energia suficiente durante esse período é um dos mais importantes contribuintes para o sucesso ou falha da lactação. A adaptação da vaca ao balanço energético negativo durante o início da lactação proporciona saúde e produtividade, enquanto que uma baixa adaptação pode ter como consequência múltiplos problemas, incluindo os clínicos e a diminuição da produção leiteira.

Neste estágio, severas alterações metabólicas, fisiológicas e anatômicas ocorrem na vaca parturiente, favorecendo a ocorrência de diversos distúrbios patológicos que podem, além de prejudicar a eficiência produtiva da futura lactação, reduzir o desempenho reprodutivo e aumentar a taxa de descarte. Uma pesquisa realizada em rebanhos leiteiros do município de Arapoti, estado do Paraná, mostrou que 53% das vacas descartadas deixaram seus rebanhos nos primeiros três meses de lactação.

A maioria das doenças infecciosas e desordens metabólicas, como a hipocalcemia, cetose, retenção de placenta, metrite, mastite e deslocamento de abomaso ocorrem neste período.

As doenças metabólicas podem, em parte, serem causadas por um desbalanço ou deficiência de nutrientes, ou pela depressão no consumo de alimentos antes do parto, resultando em um balanço nutricional negativo. Para suprir esta demanda de nutrientes, o animal deverá mobilizar suas reservas corporais. A consequência desta mobilização é a produção de alguns metabólitos, que em elevadas concentrações podem ser prejudiciais ao animal, contribuindo para a ocorrência das doenças metabólicas citadas anteriormente.

Entretanto, a maioria das alterações metabólicas ocorre de forma subclínica, ou seja, sem que o animal manifeste algum sinal clínico. O maior problema destas é a diminuição de 10 a 30% da produtividade, mesmo estando aparentemente saudáveis, sem que o proprietário ou o médico veterinário notem qualquer anormalidade.

Desta forma, torna-se importante o uso de tecnologias para monitorar a saúde das vacas no período de transição, objetivando prevenir, diagnosticar e tratar estes problemas subclínicos, evitando ou reduzindo as perdas na produção leiteira.

O perfil metabólico é um conjunto de exames sanguíneos que permite quantificar a concentração dos metabólitos provenientes da mobilização de tecidos corporais e com isso realizar o monitoramento da adequação das vacas às exigências crescentes de energia, proteína e minerais. Além disso, o perfil metabólico permite o diagnóstico de transtornos metabólicos, de deficiências nutricionais, como preventivo de transtornos subclínicos, além da pesquisa de problemas de saúde e do desempenho produtivo de um rebanho.

Além deste, outra forma de monitoramento, mais simples, de fácil obtenção e baixo custo, é o exame de leite e urina com reagentes colorimétricos, na forma de pó ou fitas, sendo facilmente encontradas em lojas especializadas. Esse exame, considerado como qualitativo por não demonstrar a concentração exata dos metabólitos circulantes, permite diagnosticar problemas clínicos em indivíduos suspeitos e, com isso, também corrigir erros de manejo alimentar e de ambiente.

O acompanhamento da qualidade do período de transição de vacas leiteiras pela realização de exames metabólicos pode ser individual ou geral do rebanho. O objetivo do exame individual é identificar as vacas com risco para doenças e com isso evitar ou atenuar o problema clínico, e no caso do exame do rebanho, pode-se avaliar a eficiência do manejo realizado com a detecção precoce dos problemas existentes.

Diversos parâmetros metabólicos séricos podem ser avaliados, entretanto, apenas dois são realmente importantes ferramentas clínicas para medição do status nutricional e da adaptação ao balanço energético negativo de vacas leiteiras durante o período periparto. São eles os ácidos graxos não-esterificados (AGNE) e o beta-hidroxibutirato (BHBA).

Os AGNE, ou ácidos graxos livres, são metabólitos oriundos da quebra de moléculas de triglicerídeos (gordura) das reservas corporais, com o objetivo de fornecer a energia deficitária durante o balanço energético negativo. Assim, a concentração plasmática de AGNE é frequentemente uma chave clínica para avaliar a intensidade de mobilização das reservas de gordura corporal em vacas leiteiras durante o período periparturiente.

Os AGNE podem ser utilizados de três formas pela vaca leiteira: 1) convertidos diretamente em energia (melhor alternativa), 2) convertidos em corpos cetônicos pelo fígado (menos desejável) e 3) armazenados como gordura no fígado (pior alternativa, pois leva ao fígado gorduroso).

Portanto o BHBA (beta-hidroxibutirato) é um dos principais corpos cetônicos produzidos pelo fígado e quando em altas concentrações no organismo (quadro clínico conhecido como cetose) reduzem o consumo alimentar e por consequência a produção de leite, sendo, portanto um indicador da adaptação da vaca ao balanço energético negativo.

Devido à grande demanda nos dias que antecedem o parto (formação do feto e colostro) e pela alta demanda no início da lactação, o mineral cálcio (Ca) também pode ser monitorado na primeira semana da lactação.

Certamente a determinação sanguínea exata destes metabólitos é uma excelente forma de monitoramento nutricional e clínico de rebanhos, no entanto, por ser um exame laboratorial, para sua realização é necessário equipamento bioquímico e reagente específico para cada metabólito. Por estes motivos, o exame de perfil metabólico ainda não é um exame de rotina utilizado em propriedades leiteiras devido principalmente ao custo dos reagentes, maior manejo dos animais, necessidade de colheita, armazenamento e transporte do sangue até o laboratório, além do custo para a realização do exame.

Estas limitações são relevantes, mas não devem impedir o monitoramento de vacas leiteiras recém-paridas, já que as perdas econômicas associadas às enfermidades metabólicas deste período são muito mais expressivas. Além disso, dados epidemiológicos e observações de campo mostram que a incidência combinada destas enfermidades tipicamente chega a 50% de todas as vacas parindo em fazendas norte-americanas. Em outras palavras, a cada duas vacas parindo numa típica propriedade norte-americana, normalmente uma vai ser acometida de uma desordem no período pós-parto. Dados preliminares em dois grandes rebanhos leiteiros do Paraná mostraram incidências similares.

Ressalta-se ainda que existem formas mais simples, de fácil realização e de baixo custo para o monitoramento do rebanho. Dentre elas citam-se os exames colorimétricos com fitas reagentes e reagentes em pó para análise de corpos cetônicos na urina e leite que podem ser realizados na própria fazenda, rapidamente, sem prejudicar o manejo rotineiro dos animais.

Conclusões

A avaliação do perfil metabólico sanguíneo, levando em conta as características do rebanho e o estado fisiológico dos animais, oferece uma importante ferramenta para detectar a tempo alguns distúrbios metabólicos, muitas vezes presentes em forma subclínica, que afetam a saúde, a fertilidade e a capacidade produtiva dos rebanhos.

Um eficiente período de transição determina a rentabilidade da vaca durante toda a lactação, assim como limitações nutricionais ou no manejo durante este período podem impedir o alcance da máxima produtividade leiteira.

Métodos eficientes e de baixo custo para análise de metabólitos, podendo ser usados de forma rotineira em fazendas leiteiras auxiliariam no monitoramento da qualidade dos manejos e consequentemente no controle e prevenção de problemas clínicos durante o período de transição, proporcionando melhor saúde e produtividade às vacas.

Em um próximo artigo iremos compartilhar com os leitores do MilkPoint os principais resultados de um experimento conduzido em duas grandes leiterias paranaenses, onde se utilizou o perfil metabólico no monitoramento de vacas leiteiras recém-paridas.

Referências consultadas

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HORST, R.L.; GOFF, J.P.; REINHARDT, T.A.; BUXTON, D.R. Strategies for preventing milk fever in dairy cattle. J. Dairy Sci., v.80, p.1269-1280, 1997.
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PAYNE, J.M.; PAYNE, S. The metabolic profile test. Oxford University Press. New York, p.450, 1987.
RABELO, E.; CAMPOS, B.G. Fisiologia do período de transição. Ciência Animal Brasileira, Suplemento 1, 2009.

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MS e TO estão mais próximos de exportar para o Chile



O Chile julgou satisfatória a situação sanitária de Mato Grosso do Sul e Tocantins para o reconhecimento do status sanitário de livre de febre aftosa com vacinação. Essa decisão passará a valer, após publicação do relatório no Diário Oficial da União chileno. Assim, MS e TO estarão aptos a exportar carne bovina in natura para àquele país. A informação é do chefe da delegação chilena, do Serviço Agrícola e Pecuário (SAG, sigla em espanhol), José Herrera, que, após 12 dias de missão no Brasil, reuniu- se, nesta sexta-feira (6), com o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília.

Segundo Kroetz, no período de 16 a 24 de novembro outra missão chilena virá ao Brasil. "Na ocasião, serão inspecionados os estabelecimentos de abate e de processamento de carne bovina, com objetivo de habilitar frigoríficos desses estados, principalmente, para exportar carne para o Chile ", explicou. Hoje, nove estados estão autorizados Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Rondônia, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

As informações são do Mapa, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

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RS: para diretor da Farsul rastreabilidade ainda é sinônimo de incerteza, mas precisa ser feita



Um sentimento de incerteza paira sobre o setor pecuário nacional: rastrear ou não rastrear o rebanho bovino e bubalino? Esse é um dos principais pontos de interrogação dos produtores brasileiros, especialmente num momento em que tramitam propostas de mudanças nas regras do Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov). Mesmo que dessa vez as alterações venham para simplificar o processo, mantêm-se as dúvidas: para os que já rastrearam, permanecem as mesmas tecnologias, a mesma metodologia? E para quem está prestes a ingressar no rol das propriedades Eras - estabelecimento rural aprovado pelo Sisbov -, vale a pena investir, se mais mudanças estão a caminho?

Pode-se dizer que o setor anda agora em compasso de espera, na expectativa, inclusive, de que todas as alterações propostas sejam efetivamente aceitas pela União Europeia.

O diretor da Farsul, Fernando Adauto, afirma que as mudanças vão "tornar as coisas mais amenas, mais factíveis." A expectativa é que ainda neste mês o documento vá para consulta pública, quando também deverão ser ouvidos os importadores. "Os europeus vão ter conhecimento da consulta pública e vão poder se manifestar. Normalmente, eles ficam aguardando as nossas definições e agora a intenção é que eles opinem sobre o assunto."

Enquanto prosseguem os embates no plano político, no âmbito tecnológico passos importantes têm sido dados para acelerar o processo de rastreabilidade do rebanho nacional. Na semana passada, foi lançada em Minas Gerais, estado brasileiro que hoje conta com o maior número de animais rastreados, a fase de testes a campo do Chip do Boi, produzido pela Ceitec. O aparelho permite que o controle das informações sobre os animais seja feito totalmente de forma eletrônica, eliminando o erro humano na coleta de dados. O brinco com o chip funciona como identidade eletrônica do animal e dados como data de nascimento, vacinas realizadas e informações sobre manejo, ficam armazenados no sistema desenvolvido para rastreabilidade.

Antes da existência do chip, o pecuarista tinha duas opções para rastreabilidade: o brinco com números e o brinco com código de barras. As duas alternativas oferecem diferentes graus de dificuldade de obtenção da informação e de confiabilidade. "No brinco um peão tem que ditar para outro peão o número que está escrito no brinco. Depois essa informação é anotada, passada para o computador na sede da fazenda e enviado para o Sisbov", explica o presidente da Ceitec, Eduard Weichselbaume. O brinco com código de barras só pode ser lido se o código estiver limpo, sem sujeiras como barro - por exemplo - e o gado mantiver a cabeça parada. O executivo informa que o Chip do Boi não tem esses problemas, pois pode ser lido com o gado em movimento e as informações vão diretamente para o software no computador da fazenda por bluetooth, wi-fi ou cabo. Também existem leitores que armazenam os dados dos chips que podem ser baixados no computador e ainda há os leitores que podem ser instalados em locais onde o gado passa, como nas mangueiras.

Os custos também costumam pesar na hora de o produtor tomar uma decisão sobre a certificação do rebanho. Os valores variam muito. No caso de um criador que já tenha estrutura para rastreabilidade, como mão de obra treinada, com profissionais que saibam fazer a leitura dos dados, e bretes específicos para facilitar o processo, os valores podem oscilar entre R$ 3,00 e R$ 4,00 por cabeça. Mas aquele que começa do zero, que precisa treinar trabalhadores e mexer na estrutura da fazenda, pode gastar entre R$ 8,00 a R$ 10,00 por animal. À primeira vista, o custo pode parecer baixo, mas não é.

O diretor da Farsul, Fernando Adauto aponta o aquecimento do mercado interno como um dos fatores limitantes do crescimento do número de adesões dos produtores às regras do Sisbov. "Nos últimos dois anos, houve uma redução dos abates no Brasil como um todo, o que fez com que o mercado interno sustentasse o preço do boi. Por isso o produtor não sentiu falta das exportações. Mas de agora em diante, essa necessidade deve aumentar."

Até 2008, o Brasil contava com 10 mil fazendas cadastradas no Sisbov, todas aptas a atender à União Europeia. Com o embargo imposto logo após esse período, todos que haviam rastreado e investido passaram a não poder mais atender ao bloco. A exigência e a burocracia aumentaram e hoje em todo o Brasil são apenas 1,5 mil fazendas habilitadas. Adauto diz que o ideal é que já estivessem rastreadas em torno de 20 mil propriedades no Brasil para que o País pudesse retomar a posição que tinha antes do embargo.

Sobre o projeto de rastreabilidade obrigatória, Adauto explica que os produtores gaúchos não estão tendo problemas para se adaptarem, pois a maioria já está enquadrada nas normas. O projeto transforma em lei algumas questões relativas à defesa sanitária que vigoravam apenas com base em instruções normativas, como é o caso da necessidade da marcação, da GTA e da nota fiscal de produtor.

As informações são do Jornal do Comércio/RS, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

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Dumping: importações suspeitas serão divulgadas



A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou na última quarta-feira (4) o Projeto de Lei Complementar 497/09, que autoriza o Poder Executivo a divulgar regularmente dados relativos a operações de importação e exportação que possam modificar substancialmente as condições concorrenciais de mercado.

A proposta, elaborada pela comissão especial destinada a avaliar os efeitos da crise financeira na indústria nacional, visa coibir o dumping que ocorre por meio de importações de produtos abaixo do custo para inserção no mercado nacional. Essa prática pode destruir as condições de concorrência de empresas brasileiras; e, uma vez anulada a produção nacional, os produtos voltam a seus preços normais.

Para o relator da proposta, deputado Albano Franco (PSDB-SE), ao invocar o sigilo fiscal, o ministério impede que seja dada publicidade a informações cruciais para a defesa da concorrência e para garantir um saudável equilíbrio entre o livre comércio e a produção nacional.

Ele avalia que os dados requeridos referem-se a operações de compra e venda já realizadas, cuja divulgação não traz informações que possam esclarecer sobre a situação fiscal do importador, sem prejuízo comercial ou fiscal ao titular, mantendo o direito das pessoas e empresas a seu sigilo fiscal.

"As informações relativas a transações de comércio internacional não têm, isoladamente, elementos para evidenciar a situação econômica ou fiscal de seu titular, pois destas não é possível deduzir a forma e o montante dos lançamentos contábeis e do tratamento nos livros da empresa", avaliou.

A proposta altera as leis 8.884/94 e 5.172/66. A primeira trata da prevenção e da repressão às infrações contra a ordem econômica, como o dumping, e a segunda regulamenta o Sistema Tributário Nacional, definindo o sigilo fiscal. A proposta ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, deverá ser votada pelo Plenário.

As informações são da Agência Câmara, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

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CITROS: Expectativa é de maior liquidez em 2010



Publicado em: 09/11/2009 12h00

Diante da expectativa de melhora do cenário da citricultura, indústrias brasileiras têm mostrado maior interesse em negociar a fruta. Alguns produtores consultados pelo Cepea comentam que novas propostas de contratos para entrega ainda na safra 2009/10 estariam sendo feitas em torno de R$ 7,00/cx. 40,8 kg na semana passada. Já em relação a novos contratos para entrega na safra 2010/11, produtores consideram que seriam atrativos a partir de R$ 10,00/cx posta na indústria. Ofertas neste patamar, no entanto, ainda não foram feitas pelas indústrias. A expectativa de citricultores é de que as negociações aumentem no início de 2010. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
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Transparência dos tanques de peixes



Telespectador do Globo Rural quer uma solução para acabar com a água turva nos tanques da sua criação de peixes.


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Mineiro coleciona mais de 13 mil garrafas de cachaça



Um biólogo do sul de Minas entrou para o livro dos recordes pelo grande número de garrafas de cachaça que tem em casa. Há anos, ele coleciona exemplares de várias partes do mundo.


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Calendário de vacinação contra febre aftosa é modificado no Rio Grande do Sul



A previsão é que os animais com menos de dois anos sejam vacinados até o fim de novembro. A mudança se deve ao clima do estado, e será distribuída gratuitamente aos produtores locais.


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Feira Internacional do Leite movimenta São Paulo



Termina neste sábado (7), no Parque da Água Funda, a terceira edição da Feileite. O preço do leite está caindo. Mesmo assim, muita gente está apostando na melhoria do gado.


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